Segundo o deninciante, o policial penal “continua do mesmo jeito, expondo a arma”. “Fica difícil assim de a gente conviver com uma pessoa que era para nos proteger. A gente se sente coagido. Eu tomo remédio controlado agora por causa dele, não consigo dormir à noite. Espero que as autoridades tomem providência”, completou.
FonteG1

