Mato Grosso do Sul já contabiliza 17 mortes por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) nas primeiras semanas de 2026. Os dados constam no boletim epidemiológico mais recente da SES (Secretaria de Estado de Saúde), com informações consolidadas até 24 de janeiro.
Mato Grosso do Sul registrou 166 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas primeiras semanas de 2024, resultando em 17 óbitos. Campo Grande lidera as notificações com 47 casos, seguida por Dourados com 33 e Ponta Porã com 17 ocorrências.A maioria das vítimas fatais são idosos acima de 80 anos, com predominância masculina (58,8%). O vírus Influenza A (H3N2) foi identificado como principal agente causador, seguido por rinovírus e metapneumovírus. Também foram detectados casos de Covid-19 e vírus sincicial respiratório.
No total, o Estado registrou 166 casos de SRAG neste início de ano. Do total de óbitos, oito tiveram agente etiológico identificado e nove seguem classificados como não especificada, conforme o sistema oficial de vigilância.
Campo Grande lidera o número de notificações, com 47 casos, o equivalente a 28,3% do total registrado no Estado. Dourados aparece na sequência, com 33 casos, seguida por Ponta Porã, com 17. Apesar da concentração de casos em municípios maiores, as mortes estão distribuídas em diferentes regiões.
Além da Capital e de Dourados, há registros de óbitos em cidades como Corumbá, Miranda, Costa Rica e Aquidauana, o que indica que a síndrome respiratória grave não está restrita a um único polo urbano.
O perfil dos óbitos mostra que a maioria das mortes ocorreu entre idosos, principalmente pessoas com 80 anos ou mais, faixa etária que concentra mais de um terço dos registros. Também houve mortes entre pessoas de 50 a 69 anos. Do total de óbitos, 58,8% são homens e 41,2% mulheres.
Entre os casos em que foi possível identificar o agente causador da SRAG, o vírus Influenza A (H3N2) aparece como o mais frequente, seguido por rinovírus e metapneumovírus. Também foram detectados casos associados à Covid-19 e ao vírus sincicial respiratório.
A Secretaria de Estado de Saúde reforça que os dados ainda estão sujeitos a atualização, já que dependem do envio e da revisão das notificações feitas pelos municípios.
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