A atuação do Banco Central também foi defendida pela frente parlamentar de comércio e serviços e pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços. Em nota conjunta as entidades destacaram que uma eventual revisão ou interferência por instâncias alheias ao processo regulatório cria insegurança jurídica, amplia riscos sistêmicos e compromete o ambiente de negócios, que a fragilização de decisões técnicas pode estabelecer precedente institucional preocupante, com impactos diretos sobre o crédito, o investimento, o emprego e a atividade econômica, e que o setor de comércio e serviços, responsável por parcela expressiva da geração de empregos e da movimentação econômica do país, depende de um ambiente macroeconômico estável, previsível e ancorado em instituições fortes e respeitadas.
FonteG1
