Corpo foi encontrado no bairro Reyes Católicos e crime ocorreu durante a madrugada
Por Gustavo Bonotto | 29/12/2025 21:14
Agripino Ortiz, de 53 anos, foi encontrado morto dentro de uma casa no bairro Reyes Católicos, em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande. O corpo foi localizado ao meio-dia desta segunda-feira (29), após ataque ocorrido durante a madrugada.
Um homem de 53 anos, identificado como Agripino Ortiz, foi assassinado a facadas dentro de sua casa no bairro Reyes Católicos, em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã. O crime ocorreu na madrugada desta segunda-feira (29), por volta das 2h, e o corpo foi encontrado ao meio-dia. Segundo o médico forense Marco Prieto, as múltiplas perfurações causaram choque hemorrágico, levando à morte.Moradores relataram ter ouvido gritos durante a madrugada, seguidos de silêncio. A residência, de estrutura precária, foi isolada até a chegada das autoridades. A Polícia Nacional iniciou os levantamentos no local, enquanto o corpo foi removido para preservação e entrega aos familiares, conforme determinação da promotora María Mirtha Martínez.
O crime, segundo o jornal Última Hora, ocorreu no interior de uma residência situada no cruzamento das ruas Agustín Pio Barrios e Choferes del Chaco. Agripino sofreu várias perfurações causadas por faca em diferentes partes do corpo. Ele caiu no chão da casa, onde havia grande quantidade de sangue.
O médico forense Marco Prieto, do Ministério Público, examinou o corpo ainda no local. Ele informou que os ferimentos provocaram a morte do homem. A estimativa indica que o ataque ocorreu por volta das 2h.
Segundo o médico, as lesões atingiram várias regiões do corpo. A intensidade dos golpes causou perda rápida de sangue. A causa da morte foi choque provocado pelos ferimentos de faca.
Moradores da região relataram que ouviram gritos durante a madrugada. Após os gritos, o imóvel ficou em silêncio. Não houve circulação de pessoas na casa até o amanhecer.
A residência onde o corpo foi encontrado apresentava estrutura precária. O local permaneceu isolado até a chegada da equipe responsável pela remoção. A Polícia Nacional realizou os primeiros levantamentos no endereço.
A promotora María Mirtha Martínez determinou a retirada do corpo do imóvel para garantir sua preservação até a entrega aos familiares.
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